Inflação em Porto Alegre: Alimentos impulsionam alta de preços

Segundo dados do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), a inflação fechou o período com uma alta de 0,13%

O mês de janeiro trouxe consigo um cenário de aumento nos preços na região metropolitana de Porto Alegre, especialmente influenciado pelo setor de alimentos. Segundo dados do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), divulgados pelo IBGE, a inflação fechou o período com uma alta de 0,13%, indicando uma desaceleração em relação ao mês anterior, que registrou 0,43%.

Em uma análise comparativa com a média nacional, onde a inflação geral atingiu 0,42% no mesmo período, é possível observar que as regiões metropolitanas de Porto Alegre e Salvador apresentaram as menores altas, ambas com 0,13%. Por outro lado, Brasília destacou-se com uma queda de -0,36%.

Setor Alimentício impacta muito a inflação

Tanto a nível nacional quanto na região metropolitana de Porto Alegre, o ramo de alimentação e bebidas foi o principal responsável pelo aumento dos preços. Na Grande Porto Alegre, esse grupo registrou a maior elevação entre os nove grandes segmentos que compõem o índice, apresentando um avanço de 1,06% em janeiro. No país como um todo, esse mesmo bloco subiu 1,38%.

Em contrapartida, setores como transportes, artigos de residência, vestuário e habitação apresentaram uma queda na inflação durante o mesmo período. Ao analisarmos o acumulado dos últimos 12 meses, o IPCA da Região Metropolitana de Porto Alegre apresenta um aumento de 4,53%, indicando uma tendência de inflação ao longo do período.

O que mais aumentou em Porto Alegre?

Quando observamos apenas a variação de preços, produtos como cenoura, batata inglesa, manga, abacaxi e repolho destacaram-se por apresentarem as maiores altas em janeiro na Grande Porto Alegre. Além disso, entre os itens não alimentícios, o aumento nos preços de livros didáticos, clubes e fogões também merecem destaque.

Diante desse panorama, a preocupação com a estabilidade econômica e o controle da inflação tornam-se ainda mais evidentes, requerendo medidas cautelosas por parte das autoridades competentes e atenção por parte dos consumidores.

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Magdalena Schneider

Magdalena Schneider

Bacharel em Psicologia pela Faculdade IENH; especialista em Saúde Mental e Atenção Psicossocial pela Universidade Estácio de Sá.
Natural de Dois Irmãos / RS, sempre quis morar em Porto Alegre, e em 2020 realizou esse desejo. Há três anos vem desbravando a capital gaúcha e compartilhando aqui suas experiências.

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